A arte de planejar da Pivot Point



Desde 1959, a Pivot Point Chicago comemora uma filosofia inovadora: transformar cabeleireiros em designers, oferecendo subsídios para que criem tendências de maneira consciente e técnica
texto: Juliane Pereira | fotos: divulgação
Quem realiza um curso da Pivot Point sabe que a instituição disponibiliza técnicas precisas para impulsionar qualquer carreira. Mas para que a academia chegasse ao Brasil e a 69 outros países, há 50 anos Leo Passage, seu fundador, precisou dar o primeiro passo em Chicago (EUA).
O conceito que norteou as academias Pivot Point foi inspirado nas diretrizes do Instituto Bahaus, a maior escola de arte dos tempos modernos, que acredita que a arte deve ser funcional e planejada. Por isso, a academia adota o preceito de que o design possui elementos
básicos que podem ser manipulados na produção de efeitos variados. Para que os alunos adotem esse conceito na prática, a Pivot Point não fornece somente os “comos” do design de cabelos, mas também os “porquês”. Assim, os alunos podem construir sua independência artística.
Na época da fundação da academia, a ideia de fazer a diferença já era enfatizada. A habilidade de criar, compor e desenhar era decorrente de um método que explica por que o resultado de um look pode ser planejado e, o mais importante, reproduzido. Esse processo se estendeu aos educadores, que ensinam a analisar, vislumbrar e planejar os trabalhos propostos, incorporando a isso as mais recentes tecnologias da indústria cosmética.
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