Conta bancária emocional



Excelência no atendimento e atitudes positivas em relação aos serviços e produtos são fundamentais para prosperar nos negócios
Osvaldo Alcântara (Consultor de Negócios)
Saber qual é a melhor maneira de obter independência financeira e capital de giro para manter os negócios em funcionamento é uma incógnita para muitos cabeleireiros. Erros corriqueiros se tornam parte do trabalho sem que sejam percebidos. E “empurrar” para um cliente serviços e produtos inadequados é um deles. Isso não salva nem alavanca a conta bancária do profissional, seja física, seja “emocional”.
Ao perceber que o cliente quer atenção e mudanças externas e internas, o cabeleireiro deve fazer com que “espertezas momentâneas”, como relaxamentos e alisamentos feitos com compostos proibidos por órgãos de vigilância, fiquem longe de seu comércio, garantindo a si mesmo credibilidade e profissionalismo.
Diferentemente do que muitos pensam, o ganho fácil não é o caminho ideal para ter sucesso. Vangloriar-se da quantidade de serviços realizados em um dia é um erro. Quem se preocupa apenas em atingir a meta enaltece o lucro e não a qualidade. O mesmo se dá quando um cliente solicita o trabalho de determinado profissional e é encaminhado a outro sem aviso prévio.
Confira essa matéria na íntegra na versão impressa da Cabeleireiros.com. Para assinar ou adquirir números anteriores, clique aqui.
Assine e receba as novidades da revista em primeira mão.

© Copyright 2002-2012 Revista Cabeleireiros.com - Todos os Direitos Reservados