Matéria da Revista Cabeleireiros.com - Edição 11

ImprimirEstrela de brilho e talento

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Seu nome é sinônimo de beleza: Luciana Rosa. Proprietária de salão, técnica e empresária, a hairstylist brilha no mundo hair com seu talento e profissionalismo.

Expert em corte e química, há 18 anos a empresária e hairstylist Luciana Rosa entrou na coiffure de forma inesperada. A opção pela carreira aconteceu depois que Luciana desistiu do curso de processamento de dados. “Desde criança eu freqüentava o salão de uma cabeleireira japonesa, que trabalhava muito bem, para alisar meus cabelos. Como permanecia muito tempo no salão me encantei com a profissão e com o trabalho da minha cabeleireira”. Apesar do encanto ter acontecido na infância, foi na adolescência que ela procurou a antiga cabeleireira para que lhe indicasse um curso profissionalizante. Queria se tornar uma profissional cabeleireira. “Ela me indicou a Escola Teruya, na Penha, e passei a conhecer melhor a profissão. Até então, eu não tinha a menor idéia sobre o universo que a envolvia”, lembra.

Essa primeira experiência aumentou sua vontade de aprender. Tanto que até hoje vive em busca de reciclagem e desenvolvendo técnicas. Luciana acredita que para se ter sucesso é preciso seriedade, dedicação, responsabilidade e amor. Por acreditar que é importante estar sempre se reciclando, e para se manter atualizada com as técnicas e tendências do mundo hair fashion, ela é dona de um currículo invejável, com cursos na França, Espanha, Estados Unidos e Argentina. Ao longo da carreira, estudou em escolas famosas, como Llongueras e Pivot Point.

O primeiro trabalho de Luciana foi como auxiliar no salão Maria Bonita Cabeleireira, no Tatuapé, durante um ano e meio. Depois foi para a Barbearia Carlos, no Jardim Coimbra, onde fazia cortes masculinos. Daí começou a se especializar e passou a exercer a profissão no salão Lucrécia. “Foi quando comecei a conhecer as empresas e os eventos”. Acrescenta que foi naquele período que a parte técnica despertou seu interesse e ela decidiu que queria trabalhar como técnica da Wella.

“Resolvi procurar o Alexandre Thialdais, diretor da Wella, e falei do meu interesse em ser técnica da empresa. Procurado por Wanderley Pádua, diretor da Schwarzkopf Professional, para que lhe indicasse um técnico, o Alexandre me indicou e até hoje, 16 anos depois, continuo trabalhando como técnica da empresa”. Segundo Luciana, como a área técnica exige postura, disciplina e laboratório diário, é um orgulho trabalhar na área. “É um treinamento para corrigir erros. Por isso, o crescimento é diário e constante, uma vez que, é muito difícil aceitar nossos erros”.

Luciana vive para a beleza. Ela viaja, faz pesquisa, ministra cursos e eventos, atende em seu salão, produz editoriais de moda e cuida de sua empresa, a Luciana Rosa Acessórios para Cabeleireiros, que é administrada por sua irmã, Vera Rosa. Uma grife que é sinônimo de bom gosto e praticidade para o profissional cabeleireiro. “A marca foi conseqüência do meu trabalho. É raro um técnico ser cabeleireiro, mas por eu ter vindo de um salão sempre encerrava minhas apresentações com cortes e penteados. Isto contribuiu para que muitos profissionais pedissem fitas de vídeo com o trabalho que eu havia realizado. Então nasceu a empresa, que já tem oito anos e cresce a cada dia. Tanto em produtos, como em pontos de vendas”, destaca.

O êxito profissional de Luciana contribuiu para que seus clientes tivessem um local onde poderiam ser atendidos por ela. Como diversos profissionais também lhe solicitavam um espaço para o Centro Técnico, a hairstylist resolveu atender às reivindicações e, há seis anos, inaugurou seu primeiro e único salão, no Tatuapé. Entre os serviços corte, penteado, coloração, alongamento e mais um leque de opções que embelezam e cativam os clientes.

Mas o sucesso dessa profissional não veio por acaso. Ela batalhou e trabalhou muito para ser valorizada profissionalmente. “Por ser mulher e ter iniciado um trabalho como técnica, com apenas 17 anos, enfrentei muitos preconceitos. Tive que trabalhar muito para mostrar que o reconhecimento pelo meu trabalho era por mérito, merecimento. Razão que me fez ser muito exigente comigo mesma”, avalia.

Filha caçula, a tranqüila e determinada Luciana afirma que se tivesse que fazer tudo de novo, com certeza faria exatamente o mesmo. “Com uma diferença: corrigiria os erros de maneira mais rápida. Embora tenha a certeza que meu caminho era este mesmo e já estava determinado”, finaliza.

Lugar: Maceió (AL)
Pessoa: Minha mãe
Saudade: Meu avô
Música: Aquarela do Brasil, de Ari Barroso
Filme: Sociedade dos Poetas Mortos
Livro: O Sucesso é Ser Feliz, de Roberto Shinyashiki
Comida: Picanha
Bebida: Caipiroska de lima da Pérsia
Frase: Acreditar sempre
Luciana por Luciana: Sonhar

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