Matéria da Revista Cabeleireiros.com - Edição 39

ImprimirNão é curto, é chanel!

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Confira a história e evolução do corte de cabelo que entrou para o mundo da moda como o mais badalado

texto: Juliane Pereira | fotos: divulgação e Jim Crone

Corte chanel - Tendência Jean Louis DavidEle é o queridinho de crianças, adolescentes e adultas, está presente na maioria dos desfiles de moda e nos looks das celebridades. É fato: o chanel já faz parte do universo feminino. Mas quem pensa que o corte continua sendo executado como na primeira vez está completamente enganado. O chanel evoluiu e se tornou, além de tradicional, moderno.

Diz uma lenda que o chanel foi adotado pela primeira vez por Joana d´Arc, como uma manifestação contra as restrições de sua época. Mas, segundo Nilo Leal, hairstylist da Casa Mauro Freire, somente a partir de 1940 os visuais passaram a mostrar traços dele. “Após as tentativas iniciais, em 1960 Vidal Sassoon cortou o cabelo de Mary Quant [estilista britânica criadora da minissaia] em um show e o público gostou do que viu”, conta John Santilli, cofundador da academia Vidal Sassoon.

Nos anos 1960, a cultura pop e a natureza geométrica da moda de então foram decisivas para a ascensão do chanel. “Vidal Sassoon se aproveitou desse contexto para cortar o cabelo como se fosse o tecido de uma minissaia, fazendo uma proposta que podia ser estilizada sem muito trabalho”, afirma Traci Sakosits, diretora de criação da Academia Sassoon na América do Norte.

Naquele momento, o corte significava liberdade e versatilidade. E mulheres que entraram para a história da moda, como a estilista Coco Chanel, auxiliaram na disseminação dele, imortalizando-o. “As mulheres queriam mostrar que eram tão competentes quanto os homens, por isso o corte curto foi tão aceito”, explica John. Profissionais da área de beleza começaram a encarar o modelo como um estilo de vida, e não apenas como um corte de cabelo.

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