Matéria da Revista Cabeleireiros.com - Edição 38

ImprimirPara elas... E para eles!

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Cada vez mais sofisticados, os salões unissex exigem cuidados com relação ao nome do local, à divisão do espaço, à decoração e aos serviços prestados

fotos: divulgação e Derek Kettela | texto: Eder Garrido

Os salões de beleza unissex estão no topo da lista dos mais populares estabelecimentos voltados aos cuidados pessoais. Mas, ao mesmo tempo que eles são populares, ainda levantam antigas polêmicas. O espaço pode ser ocupado tranquilamente por homens e mulheres? Como deve ser feita a divisão do local? Os profissionais devem ser exclusivos de cada gênero?

Para abrir um estabelecimento unissex, é fundamental definir o valor a ser gasto na divisão e decoração do espaço; atualmente a maioria dos proprietários preferem separar os espaços masculino e feminino. “É preciso controlar as despesas e agir dentro da realidade do novo salão. Com o crescimento do mercado de beleza masculina, muitos espaços passaram a oferecer uma área exclusiva para os homens se sentirem à vontade para realizar os tratamentos”, diz Carlos Oristânio, coordenador do curso técnico de visagismo e estética capilar da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul). 


Segundo ele, o proprietário precisa ter em mente que a exclusividade torna o local convidativo ao público masculino.

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